
Pedro Assumpção (1982) é um experimentador tardio que produz gromelos visuais.
Sua prática nasce do rabisco instintivo e das narrativas visuais que misturam humor, fragilidade e crítica. Trabalha com metáforas visuais para traduzir a memória, o deslocamento e cotidiano.
Brasileiro vivendo em Portugal, desenvolve sua pesquisa entre experimentação, a troca e o erro. Acredita no fazer como caminho e na criatividade como forma de cuidado e sobrevivência.











